quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sucesso: Taty Girl grava DVD em Itapebussu

Depois de um ano bastante produtivo para sua carreira solo, a cantora Taty Girl alça novos vôos e promete parar a cidade de Itapebussu, para a gravação do seu primeiro DVD solo. O show acontecerá dia 25, na tradicional vaquejada da cidade, que reúne milhares pessoas de todas as regiões do nordeste. Na mesma noite, ainda se apresentará a dupla sertaneja Vitor e Leo.A assessoria da artista informa que uma mega estrutura de som e luz será montada, misturada a sua irreverência. O repertório esta sendo definido com os maiores sucessos gravados pela cantora no decorrer de sua carreira e sucessos atuais. Outra grande preocupação da produção é apresentar um excelente ballet e, para isso, o escritório tem investido em grandes contratações, como Fabíola (ex Aviões) e Fabiana (ex Garota Safada).

Oportunidade: Cavaleiros do Forró selciona dançarinas...


A banda Cavaleiros do forró está fazendo seleção de dançarinas para fazer parte do ballet mais pressão do Brasil. Se você sempre almejou participar dessa banda maravilhosa, nos envie e-mail para o oficialcavaleirosdoforro@yahoo.com com fotos e algum comentário sobre seu perfil!Aguarde que entraremos em contato!Venha você também fazer parte do ballet mais pressão do Brasil!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

FERRO NA BONECA NA BAND....

O forrozão ferro na boneca vai esta sabado dia 12 de setembro as 11:00hs da manhã no programa tome forró da rede badeirantes de televisão, os forrozeiros de todo Brasil vão esta ligado na telinha para ver a melhor do Brasil. Feeeeeeeeeeeeerro na bomeca.
A nova vocalista do Cavalo de Pau, Nathállya Leite, está mostrando ao público forrozeiro para que veio. Com seu jeito meigo e humilde ela está surpreendendo a todos em cada apresentação. Sua permanência ao lado de Socorro Lima e Henrique Bahia é um somatório de talentos defendendo a originalidade e o compromisso das raízes de uma das maiores bandas de forró de todos os tempos.Com apenas 20 anos de idade, a maranhense Nathállya, nascida em São Luis, abraçou a carreira musical ainda na adolescência, quando começou a trilhar as primeiras notas e o desembaraço nos palcos aos 16 anos. Folheando as páginas da vida da nova integrante da família SomZoom, descobrimos que ela já conquistou uma legião de fãs nas bandas Menina Assanhada de São Luis e Vício Federal de Fortaleza por onde passou, antes de celebrar sua estada no Cavalo de Pau.Com apenas um mês dividindo emoções nos palcos, a jovem cantora tem uma responsabilidade e tanto nas mãos para defender um vasto repertório de canções que consolidam a identidade do Cavalo, como: “Passo na Areia”, “Padecer no Paraíso”, “Amor e Dor” e “Promessas”.

sábado, 5 de setembro de 2009

Fãs da Calcinha Preta terão uma grande surpresa em show da banda!

A banda mais "estourada" do momento promete sacudir mais uma vez São Paulo.Realizando alguns shows desde a semana passada, a banda retorna a São Paulo em 2 novos shows.Em um deles, que será realizsdo hj (05/09), a banda, em parceria com a casa Castelo Shows, inovou no que diz respeito a ingressos.Embalada, alias, super embalada pelo sucesso "Vc não vale nada", a Calcinha Preta propôs o seguinte:Quem se chamar Abel ou Norminha entrará de graça no show. Ou seja, terá entrada vip, sem custos, apresentando apenas o RG.O show, como foi dito, será no Castelo Shows, localizado na cidade de Osasco, na Grande SP.Além da Calcinha, os baianos do Latitude 10 estarão presentes, "arroxando" a galera.Fabio de Souza

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dono do Mastruz desabafa em entrevista e diz que pirataria o "afundou". Confira detalhes


Em entrevista inédita, o maior empresário de Forró do planeta, o senhorito "Barbudo" Emanuel Gurgel afirmou que ninguém no mundo levou maior cacetada da pirataria do que ele.Ele também revelou diversas informações, algumas desconhecidas do público forrozeiro.Para quem gosta de forró, a leitura desta entrevista torna-se obrigatória, pois revela as dificuldades do empresário lá na década de 90, para lançar o forró eletrônico para todo o Brasil.Quem ler, com certeza, vai ficar de "boca aberta" com as palavras deste "senhorito único do forró".Os forrozeiros em geral, tem que aplaudi-lo de pé, pois foi o maior responsável pelo ritmo forrozeiro que curtimos atualmente.Fonte: Jornal o PovoPor: (Dalviane Pires) Foi com Emanuel Gurgel que o forró virou um negócio grande no Ceará. Ao
O POVO, o empresário que tem seus métodos copiados até hoje, fala sobre a trajetória de sucessoA reportagem foi recebida na fazenda onde mora, a Ingá, em São Gonçalo do Amarante. Chegamos na companhia da filha Rebeca, 21, que a todo instante se derretia de afetos ao pai. Foi em seu escritório, improvisado em uma ventilada varanda com vistas para açudes e sertão, que entre um cigarro e outro o empresário Emanuel Gurgel recordou o tempo em que revolucionou a forma de fazer forró no País.
O POVO - Como o senhor percebeu que forró poderia dar dinheiro? Emanuel Gurgel - Existem dois tipos de economia: a intuitiva e a científica. A intuitiva diz que você tem uma ideia e acredita nela. Tenho uma filosofia que é um negócio chamado sacada. Você tem que ter a sacada na frente. Eu gostava de ir pra festa dançar. Na época tinha uma banda chamada Black Banda. Toda vida, quando faltava meia hora para o intervalo, a banda começava a tocar forró. O salão ficava lotado. E eu só gostava de dançar forró. Então eu ficava preso numa festa durante umas cinco horas, para dançar poucas músicas. Fiz amizade com o pessoal da banda, fiquei sócio deles. Banquei o disco. Pra você ter uma ideia, quem tocava sanfona há 20 anos atrás era o pedinte, o cego que ia nas feiras. Hoje você não vê mais pedinte tocando sanfona. Todos hoje estão tocando nas bandas de forró.
O POVO - Conseguiu que a banda passasse a tocar só forró? Gurgel - Foi feita uma reunião com eles e a segunda filosofia que coloquei é que como eles eram de uma banda estourada, não podiam vender as datas. Que as datas tinham que ser bancadas. Festas bancadas é quando você é sócio e a cada festa eu era sócio.
O POVO - Não fechava um cachê... Gurgel - Isso. Mastruz com Leite, por exemplo, eu não vendia por preço nenhum. E hoje, 20 anos depois, as bandas copiam a ideia. Antes artista nenhum no mundo fazia isso. Por que? Porque o artista é artista, não é comerciante. E eu como não sou artista...
O POVO - Mas como foi o momento da “sacada”, como o senhor diz? Gurgel - Aí volto à economia científica e intuitiva. Uma depende muito da outra, mas a intuição é muito mais forte. Uma grande ideia revoluciona tudo.
O POVO - Verdade. Mas vamos voltar para a Black Banda... Gurgel - Sim...a Black Banda simplesmente não quis tocar só forró. Eu dizia “rapaz nós temos que sair do Ceará. Vai ter uma hora que vocês vão cansar e quando cansarem não vão ter mercado além das fronteiras”. E eles não acreditavam.
O POVO - Foi aí que surgiu a sacada de montar a própria banda? Gurgel - Como eu notei que o salão ficava lotado, pensei: rapaz, se botar uma banda tocando só forró, o salão vai ficar o tempo todo lotado. Era a lógica. O que as pessoas mais reclamavam? Do intervalo musical. Uma hora da manhã parava e ficava até uma e meia, os músicos ficavam cozinhando... Daí montei uma banda chamada Aquarius, mas como peguei músicos da mesma filosofia da Black Banda, não deu certo.
O POVO - E o que o senhor fez? Gurgel - Resolvi montar uma banda que não tivesse vergonha. Ah, outra marca do Emanuel Gurgel foi dizer no meio da música a vinheta “É o forró Mastruz com Leite”.
O POVO - E isso pegou também nas outras bandas... Gurgel - Todas as bandas hoje fazem, anunciam. Só uma pessoa no mundo sacou isso. O Mansueto Barbosa, já falecido, um dia me chamou na sala dele e disse: “vou cobrar pra cobrar sua música! Você colocou uma vinheta na sua música. Está vendendo um comercial”. Música é um produto em uma prateleira de consumo. E ou dá certo ou não dá certo.
O POVO - E deu... Gurgel - Na época o sonho de todo artista era gravar pela Continental. Nós conseguimos o contato. Antes, gravamos o primeiro CD em um estúdio do meu amigo Marcílio, um dos homens mais sérios que eu conheço no mundo da música, que não costuma ter muita gente séria. O índice de safadeza na música é parecido com o Senado, com as devidas proporções. Fomos gravar e não tinha repertório. Conseguimos só duas músicas inéditas. Quando veio a fita cassete para eu tirar a prova, o Marcílio tinha tirado todas as assinaturas “É o forró Mastruz com Leite”. Liguei para o Marcílio e disse “você gravou o maior sucesso da vida do seu estúdio”. Ele começou a rir e eu continuei: “dez horas da noite vai tá todo mundo aí para colocar tudo que você apagou”. Terminamos quase cinco horas da manhã achando o ponto certo.
O POVO - E a Continental aprovou? Gurgel - E prometeu que o Mastruz e ia tocar na Globo, no Rio...Começaram a vender, vender e como eu era marinheiro de primeira viagem acreditei que o mundo da música era igual ao mundo que eu conhecia, de comerciante sério. Mas era só promessa. Queriam só vender o disco do Mastruz e bye, bye Brasil.
O POVO - E foi aí que surgiu a ideia de criar a SomZoom? Gurgel - Na época ninguém no Ceará tinha som de qualidade. Todos os sons eram ridículos. Chamei o Trigueiro Neto, do Rio Grande do Norte e disse: “Trigueiro vamos montar um estúdio. Quanto custa?”. Ele disse que era 150 mil dólares. Tudo era dolarizado.Disseram que nunca na vida eu ia ver o retorno desse dinheiro.
O POVO - Mais uma vez a intuição? Gurgel - A intuição. Quando montei o estúdio, nunca aceitei que o cara gravasse e pagasse as horas. O cara que gravava, eu tinha que ser sócio da gravação dele. Por isso surgiu um monte de banda.s. Eu dava estúdio, a gravação e a ideia. Não existe ninguém do planeta terra pra ter levado cacetada maior da pirataria do que eu. De 520 funcionários a SomZoom tem hoje uns 150.
O POVO - Com o estúdio o Mastruz com Leite estourou mais ainda... Gurgel - A primeira gravação do estúdio foi logo uma cacetada: “Meu vaqueiro, meu peão”. Daí resolvi gravar os próprios CDs, montar uma gravadora, a SomZoom.
O POVO - Resolveu também a questão dos intervalos na festa? Gurgel - Começamos a tocar cinco horas seguidas. Coloquei dois bateristas, dois sanfoneiros...Como eram muitos shows, acabei ficando preso na minha própria armação. Depois tirei o show pra duas horas e criei uma outra banda. Aí Matruz tocava duas horas e outra banda entrava e Mastruz ia pra outro canto. Quatro, cinco bandas em festa foi ideia minha. A SomZom chegou a ter 11 bandas e 160 músicos. Daí eu comecei a sair do Estado com o Mastruz. No começo essas bandas cobriam o prejuízo do Mastruz fora. Mastruz fez show para 11 pessoas em Recife.
O POVO - Não eram conhecidos? Gurgel - Não. Ia, levava o disco e fazia promoção com rádios em uma figura conhecida chamada “jabá”. Conhece “jabá”?
O POVO - Conheço, mas não gosto... Gurgel - Pois eu gosto. Dentro do feijão. Fora isso, sofri muito com ele. Quando deixava em Recife começa a tocar e quando eu dava as costas não tocavam mais. Então a ideia era fazer um negócio que ninguém metesse a mão. Uma rede de rádio. Voltando ao objetivo de que música é um comércio, mandava sinal pras rádios no interior e pagava um tanto para a energia. Ora, o cara não ia gastar funcionário naquele horário, ia ter boa programação e ainda ia ter o dinheiro para pagar a energia...E é por isso que a SomZoom Sat ainda dá tanto certo. O POVO - Então com a rádio o forró foi pra outros estados? Gurgel - Empurramos goela adentro.
O POVO - Como nasce um sucesso? Gurgel - É quando a música vem do povo pra rádio. Você começa a escutar, depois chega na casa de show, depois na rádio, aí não tem no mundo quem segure esse sucesso.
O POVO - Mas como chega na nossa casa sem passar pela rádio? Gurgel - Uma pessoa faz uma banda, coloca músicas boas, aí faz um CD e entrega pra você, depois uma amiga escuta e tira uma cópia e aí vai. Leva um tempo? Leva. Quando o sucesso é no rádio você vai no atacado. Aqui você vai no varejo e picotado, mas é mais consistente. Hoje a distribuição é no CD, antes era da fita cassete.
O POVO - E como que se identifica uma banda que vai fazer sucesso? Gurgel - Aí só Jesus Cristo. O que acontece é que muita gente monta uma banda, mas esquece que está montando um negócio. 90% dessas bandas que nascem e morrem no outro dia funcionam assim. Acham que o Emanuel Gurgel ganhou muito dinheiro, ficou rico e não sabem que eu já vivia muito bem antes de ter bandas de forró. O POVO - Mas explique melhor... Gurgel - Só existe um jeito de você assumir uma banda de forró para fazer sucesso: é você ter dinheiro para bancar. O POVO - E o senhor ainda é muito procurado para bancar bandas? Gurgel - Muito. Até para dar entrevistas. (risos)

Baixe o novo repertório de Taty Girl e Forró Adoro...

O Jotão disponibiliza do novo repertório da cantora Taty Girl e Forró Adoro. Após sua saída da Solteirões do Forró, a cantora vem se destacando com sua carreira solo dentro do cenário forrozeiro. Clic e baixe o CD...

Baixe agora: Cheiro de Menina lança cd em homenagem ao Rei Roberto Carlos...


O cabeludo Vicente Nery e sua banda Cheiro de Menina gravaram um cd em homenagem ao Rei Roberto Carlos.São 19 músicas de sucesso cantadas em ritmo de forró pelo cantor mais romantico da nação forrozeira. O trabalho foi gravado em Fortaleza, em seu próprio estudio, intitulado "Pode Copiar".Vicente Nery, em nota, explica o que levou a gravar este cd:Eu era menino em Pedra Branca, Distrito de Aracoiaba. Ali eu me apaixonei pela música que na época ouvia num rádio de pilha. A primeira voz que me impressionou e que me deu a certeza de que era aquilo que eu queria pra minha vida, foi a voz do Rei da Juventude, o Brasinha, “O meu amigo Roberto Carlos!” São 50 anos de historia e 50 anos de vida dessas musicas, o que prova que ha espaço para a boa música sempre. Quando eu percebi que era aquilo que eu queria pra mim, a escolha do nome de Roberto Carlos surgiu como o exemplo a seguir. Ele sempre falava nas parcerias com o amigo Erasmo Carlos, de amor, de paixão, de coisas boas, de beleza, de emoções e desejos. O meu desejo era cantar. E cantar, eu sei. E como amante da música sem igual de Roberto Carlos resolvi fazer essa pequena homenagem ao meu maior ídolo, cantando as canções que o Rei me ensinou.Que Deus continue abençoando o Rei, o maior ídolo popular da história do Brasil. E que a sua música continue inspirando as coisas boas que ele gosta de compor e cantar: Deus, a paz, a alegria, o amor, a beleza das coisas, das pessoas e, especialmente, da vida.Confira abaixo, repertório do mais novo trabalho da Cheiro de Menina:1. OUTRA VEZ – (ISOLDA)2. SE EU PARTIR – (FRED JORGE)3. AMOR SEM LIMITE – (ROBERTO CARLOS)4. A DISTÂNCIA – (ROBERTO CARLOS/ERASMO CARLOS)5. POR AMOR – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)6. DETALHES – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)7. AS CANÇÕES QUE VOCE FEZ PRA MIM – (ROBERTO CARLOS/ERASMO CARLOS)8. DE TANTO AMOR – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)9. CAVALGADA – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)10. O TEMPO VAI ACABAR – (PAULO CESAR BARROS/GETULIO CORTES)11. QUASE FUI LHE PROCURAR – (GETULIO CORTES)12. O AMOR É A MODA – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)13. SENTADO A BEIRA DO CAMINHO – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)14. ROTINA – (ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS)15. NINGUEM VAI TIRAR VOCE DE MIM – (EDSON RIBEIRO/HÉLIO JUSTO)16. DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO – (ROBERTO CARLOS/ERASMO CARLOS)17. EU NÃO VOU MAIS DEIXAR VOCE TÃO SÓ – (ANTONIO MARCOS)18. ESQUEÇA – (MARK ANTHONY – VERSÃO: ROBERTO CÔRTE REAL)19. FORÇA ESTRANHA – (CAETANO VELOSO)Clic e baixe a música "Outra Vez".

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Anjo Azul comemora sucesso do 3º cd.

O forró Anjo Azul está comemorando o sucesso do terceiro cd da carreira. ( Clique AQUI e baixe)
Segundo o vocalista Berg Rabelo, a música "não sou de ninguém" é um sucesso em várias rádios Brasil a fora.
"A procura e aceitação da banda está imensa, com a agenda recheada de shows em diferentes estados", afirmou o cantor.Ainda de acordo com Rabelo, esta semana a Anjo Azul segue novos rumos como os estados do Distrito Federal Goiás."O Tocantins também é um novo lugar onde estamos bastante aceitos", finalizou o cantor, ressaltando que o 2° DVD também está repercutindo muito bem.

Calcinha preta participará do ultimo capitulo de Caminho das Índias

Após se destacar na apresentação do Criança Esperança, a banda sergipana, Calcinha Preta, está de volta a Rede Globo. A convite da autora Glória Perez, os artistas vão participar do último capítulo da novela Caminho das Índias, cantando o grande sucesso "Você não vale nada", tema dos personagens da trama Norminha (Dirá Paes) e Abel (Anderson Muller). A gravação da participação dos sergipanos acontece nesta quarta-feira, 2, no Projac - Rio de Janeiro.
Nos últimos meses, os músicos da Calcinha Preta, que já estão divulgando o 21º CD da carreira, participaram dos seguintes programas da Rede Globo: TV Xuxa, A Turma do Didi, Jornal Nacional, Jornal da Globo, Esporte Espetacular, Globo Esporte, Criança Esperança e Fantástico.

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